Mitos do desenho Quasi-Experimental na avaliação de programas

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Embora a tese da natureza contingencial e humana da produção científica e tecnológica já seja de largo
conhecimento de pesquisadores com formação nas Ciências Sociais, a vivência na Administração Pública revela
que o positivismo comteano está ainda muito entre equipes técnicas envolvidas nos processos de formulação,
avaliação e controle de Políticas e Programas Sociais. Tal postura é particularmente intensa entre pesquisadores
que advogam que os desenhos experimentais e quasi- experimentais é o “padrão-ouro” de avaliação de políticas
e programas, no que são referendados por manuais de órgãos multilaterais de fomento. Valendo-se de
referenciais clássicos da Ciência e da Ava- liação, este texto procura contrapor-se aos mitos das pretensas
objetividades absolutas e superioridade técnica dos desenhos experimentais e quasi-experimentais,
restabelecendo uma perspectiva mais plural e socialmente reconhecida que o Campo das Públicas oferece na
produção do conhecimento nessa área temática.

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